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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Projeto de Monografia

OBS: Professor, tentei mandar para o seu e-mail mas está voltando. Me dê retorno para ver se posso melhorar
Projeto de Monografia


Tema: Aquisição da leitura e da escrita de pessoas com síndrome de Down no processo de inclusão social.

Área de atuação: Educação Especial


Introdução

A síndrome de Down caracteriza-se principalmente pelo atraso no desenvolvimento físico, funcional e mental dos indivíduos apresentando nesses certa lentidão no que diz respeito ao tempo normal esperado para a aprendizagem e desenvolvimento.
Devido ao processo de inclusão, muitas inquietações pairam a respeito da maneira que esse processo está seguindo, tais como:
ü De que maneira os indivíduos com Síndrome de Down estão sendo incluídos no ensino regular?
ü Quais os incentivos para a aquisição da aprendizagem (leitura e escrita) das pessoas com Síndrome de Down para a inclusão social?
Com isso esta pesquisa tem como finalidade analisar e identificar a questão da leitura e da escrita de pessoas com síndrome de Down, enfatizar a importância da mesma (leitura e escrita) para um processo de inclusão social mais justo e significativo desses indivíduos. Para isso será analisado materiais teóricos como Saad, Blascovi-Assis, LDB, PNE, como por exemplo, para analisar as questões de grande valia para a pesquisa, além de pesquisa de campo para melhor aprofundamento na pesquisa.


Objetivos

Objetivo geral:

ü Analisar e identificar a questão da aquisição da aprendizagem dos indivíduos com síndrome de Down para inclusão na sociedade.


Objetivos específicos:

ü Analisar como está se dando a aprendizagem das pessoas com Síndrome de Down no espaço escolar;
ü Avaliar quais os métodos utilizados com os indivíduos com Síndrome de Down;
ü Examinar o processo de ensino-aprendizagem rumo à inclusão social.


Justificativa

Durante muito tempo pessoas com algum tipo de deficiência era excluída da sociedade de forma absurda, basta ver no filme “O corcunda de Notre Dame” que vemos como essas pessoas eram segregadas.
Muitos movimentos foram surgindo como o passar do tempo com o intuito de colocar essas pessoas (que eram consideradas como aberração, maldição) na sociedade. Com isso, surgiu o movimento de integração e hoje a sociedade movimenta-se no processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais, não apenas nas escolas, mas também no mercado de trabalho.
Interesso-me pelo assunto ligado a deficiência, em especial a Síndrome de Down, por ter um primo com essa síndrome e por perceber a pouca atenção (posso está enganada) que é dada para a aquisição da leitura e da escrita de pessoas com Síndrome de Down e a inclusão desses no mercado de trabalho. Porém pretendo analisar mais a aquisição da escrita e da leitura das pessoas com Síndrome de Down, devido a observar que se fala muito em inclusão desse grupo, mas pouco se fala realmente em trabalhar precisamente a leitura e escrita para que esses sujeitos sejam incluídos no mercado de trabalho (o que pouco vejo na realidade).
A educação de pessoas com síndrome de Down devem se dá na interação da educação escolar, que é bastante influencia para a utilização da linguagem e da escrita, da participação da família sendo esta de fundamental importância para o desenvolvimento desses indivíduos.
Considero tal pesquisa no campo da graduação importante, pois se fala muito de inclusão, mas pouco ressalta a importância de aprender a ler e escrever para os deficientes intelectuais no processo de inclusão mais justa e igualitária.





Referencial teórico

A síndrome de Down é uma ocorrência genética natural e universal, estando presente em todas as etnias e classes sociais. É a alteração genética mais comum existente.
Muitas leis asseguram as pessoas com necessidades especiais à educação de qualidade e igualitária para todos, sem discriminação.
No artigo 58, Capítulo V da LDB, diz que “Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.”
No artigo 59, capítulo I desta mesma lei assegura alguns direitos para as pessoas com necessidades especiais, tais como: currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica, para atender às suas necessidades. Já no capítulo V desse mesmo artigo, refere-se ao acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.
De acordo com o Plano Nacional da Educação “A integração dessas pessoas no sistema de ensino regular é uma diretriz constitucional (art. 208, III), fazendo parte da política governamental há pelo menos uma década. Mas, apesar desse relativamente longo período, tal diretriz ainda não produziu a mudança necessária na realidade escolar, de sorte que todas as crianças, jovens e adultos com necessidades especiais sejam atendidos em escolas regulares, sempre que for recomendado pela avaliação de suas condições pessoais. Uma política explícita e vigorosa de acesso à educação, de responsabilidade da União, dos Estados e Distrito Federal e dos Municípios, é uma condição para que às pessoas especiais sejam assegurados seus direitos à educação. Tal política abrange: o âmbito social, do reconhecimento das crianças, jovens e adultos especiais como cidadãos e de seu direito de estarem integrado na sociedade o mais plenamente possível; e o âmbito educacional, tanto nos aspectos administrativos (adequação do espaço escolar, de seus equipamentos e materiais pedagógicos), quanto na qualificação dos professores e demais profissionais envolvidos. O ambiente escolar como um todo deve ser sensibilizado para uma perfeita integração. Propõe-se uma escola integradora, inclusiva, aberta à diversidade dos alunos, no que a participação da comunidade é fator essencial. Quanto às escolas especiais, a política de inclusão as reorienta para prestarem apoio aos programas de integração.”
Segundo as diretrizes do PNE é preciso considerando as questões envolvidas no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças, jovens e adultos com necessidades especiais, a articulação e a cooperação entre os setores de educação para que esses indivíduos possam desenvolver-se de maneira significativa. Sobre isso esse plano afirma o seguinte:
Considerando as questões envolvidas no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças, jovens e adultos com necessidades especiais, a articulação e a cooperação entre os setores de educação, saúde e assistência é fundamental e potencializa a ação de cada um deles. Como é sabido, o atendimento não se limita à área educacional, mas envolvem especialistas, sobretudo da área da saúde e da psicologia e depende da colaboração de diferentes órgãos do Poder Público, em particular os vinculados à saúde, assistência e promoção social, inclusive em termos de recursos. É medida racional que se evite a duplicação de recursos através da articulação daqueles setores desde a fase de diagnóstico de déficits sensoriais até as terapias específicas
Vygotsky (1997, p. 173-174) considera que o desenvolvimento psicológico do indivíduo se realiza primeiramente no plano externo, interpsicológico, isto é, no contexto cultural das interações sociais “como um meio de adaptação social” e posteriormente transfere-se para o plano interno, intrapsicológico, “como um meio de adaptação pessoal” (...) (VYGOTSKY apud SAAD, 2003).
Manaut (apud SAAD, 2003, p. 94), afirma que:
[...] a integração social é importante inclusive para a manutenção de características estruturais do sistema nervoso, como por exemplo, o crescimento dendrítico, e, por conseguinte, a probabilidade de incrementar as possibilidades de intercâmbio de informação interneuronal do nível sináptico. (Apêndice – 16)
Para Monteiro (apud BLASCOVI-ASSIS, p. 75) enfatiza a importância da estimulação do diálogo em situações naturais e contextualizadas, quando a criança possa ter chances de se expressar e ser entendida.
Carlo (2001, p.55) enfatiza que:
O ser humano já nasce inserido em sua cotidianidade e circunstância e amadurecimento adquirindo as habilidades necessárias para a manipulação das coisas imprescindíveis para viver sua cotidianidade de forma independente, o que está intrinsecamente associado à assimilação das relações sociais e das formas do intercâmbio ou comunicação social.
Segundo Saad (2003, p.134) “A valorização da alfabetização, quanto ao problema de o indivíduo ser ou não alfabetizado, depende de ser ou não letrada a sociedade à qual ele pertence. Numa sociedade letrada em que se mesclam relações de poder a dominação e participação, a falta de domínio da leitura e da escrita torna o indivíduo alienado e de certa forma, dependente. [...]
Ainda segundo essa mesma autora o uso precário da linguagem inibe o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, sendo que as pessoas com deficiência mental que consegue se comunicar verbalmente melhor, tem maior capacidade de se desenvolver na leitura e na escrita. Com isso percebe-se que é preciso valorizar a linguagem oral para desenvolver de forma significativa a aquisição da leitura e da escrita dos indivíduos com síndrome de Down.
Portanto para que haja a inclusão das pessoas com síndrome de Down na sociedade é preciso haver programas desde cedo no combate aos preconceitos, mostrando a capacidade desses indivíduos, levando através do conhecimento as pessoas a aceitarem o outro, pois todos, mesmo os ditos “normais” temos as nossas individualidades.
Problemas

Atualmente fala-se muito de inclusão de pessoas com necessidades especiais nas redes regulares de ensino e no mercado de trabalho, mas pouco vê na prática essa inclusão das pessoas com deficiência intelectual em especial aos indivíduos com Síndrome de Dwon (mercado de trabalho).

Lendo sobre o assunto e observando pessoas com Síndrome de Down, pude perceber que as instituições ‘os excluem” de certa maneira, pois a partir do momento que esses indivíduos são apenas colocados nas classes regulares realizando atividades mais elementares, não está havendo inclusão significativa. Com isso, pude observar que pouquíssimas pessoas com Síndrome de Down sabem ler e escrever (sei do atraso cognitivo que eles possuem em relação as pessoas ditas normais), mas não justifica a falta de um trabalho para atender as necessidades dessa população. Por que não tentar vencer barreiras em busca da aquisição da leitura e da escrita de pessoas com síndrome de Down, para inclusão de qualidade?

É preciso compreender os processos de desenvolvimento do indivíduo e da importância da interação com o meio social para que haja inclusão satisfatoriamente e com responsabilidade, respeitando, no entanto as particularidades cada um, pois os indivíduos não são homogêneos.

Metodologia

Para a realização da pesquisa monográfica, utilizarei a abordagem qualitativa, com o intuito de analisar e compreender as questões que permeiam a aprendizagem de pessoas com síndrome de Down na sociedade contemporânea.
Para alcançar os objetivos propostos, darei ênfase às bibliografias referentes ao assunto que abordem a aprendizagem de pessoas com síndrome de Down a partir de pesquisa empírica (visitas em escolas regulares, especial e centro de apoio como, por exemplo, o Infoesp) para analisar de maneira está se dando a aprendizagem rumo à inclusão social. Essas pesquisas serão realizadas com a finalidade de possibilitar a compreensão mais aprofundada do assunto em questão, desde que para que haja inclusão de pessoas com síndrome de Down na sociedade é preciso estabelecer medidas que vai desde aceitação e participação familiar à quebra de prejulgamentos e desmistificação relacionados à capacidade se aprendizagem desses indivíduos, para haja inclusão de maneira satisfatória dessas pessoas na sociedade.














Referências bibliográficas

CARLO, Marysia Mara Rodrigues do Prado de. Se essa casa fosse nossa: instituições e processos de imaginação na educação especial. São Paulo: Plexus Editora, 2001.

BLASCOVI-ASSIS, Silvana Maria. Lazer e deficiência mental: o papel da família e da escola em uma perspectiva de educação pelo e para o lazer. Campinas, SP: Papirus, 1997. Coleção Fazer/Lazer.


SAAD, Suad Nader. Preparando o caminho da inclusão: dissolvendo mitos e preconceitos em relação à pessoa com síndrome de Down. São Paulo: Vetor, 2003.


SILVA, José Maria da; SILVEIRA, Emerson Sena. Apresentação de trabalhos acadêmicos: normas e técnicas. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
Acessado em 22 de novembro de 2008.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10172.htm
Acessado em 23 de novembro de 2008

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9131.htm
Acessado em: 24 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Aula do dia 28/10

O professor iniciou a aula fazendo algumas comentários e perguntou se a turma tinha alguma sgestão cultural para fazer.
Depois iniciou as apresentações dos pré- projetos, que se seguiram da seguinte forma:

A discente Renata, fez a sua apresentação, cujo tema é Evasão Escolar. As pessoas da turma deram opiniões sobre qual seria o caminho melhor para a realização da monografia. O professor Miguel também contribuiu.
Depois foi a vez da graduanda Tania que pretende fazer estudo de um caso que tem como foco falar sobre atendimento fora do horário para atender crianças com dificuldades em sala de aula. As colegas de sala e o professor também deram contribuições para que a colega encontrasse o melhor caminho para a realização da monografia.
Depois as apresentações foram interrompidas devido a falta de tempo.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Analise Monográfica

Dados da monografia pesquisada

Título da monografia: A inclusão da criança com Síndrome de Down na classe regular.
Autora: Márcia de Almeida Cunha
Local: Faculdade de Educação - UFBA
Ano: 2007
Orientadora: Theresinha Guimarães Miranda
Banca examinadora: Alessandra Santana S. Barros; Profª Nídia Regina L. de Sá e a própria orientadora.

Questões e análise da monografia

Questão 1
Defina os seus objetivos a partir de uma descrição detalhada de alguma situação inicial ou situações problemas concretas (empíricas) que poderá evidenciar a eclosão da proposta presente, caracterizando a dimensão lacunar, ponto de partida (perspectiva da deficiência estética e ética) que configura o olhar problematizante e promove uma pesquisa, uma procura.

Os objetivos da monografia analisada foram os seguintes:
. Discutir os fundamentos políticos pedagógicos da inclusão da criança com Síndrome de Down na classe regular;

. Analisar a situação da criança com Síndrome de Down na classe regular.
Esses objetivos são dados a partir de uma situação que envolve questões da inclusão das pessoas com Síndrome de Down nas classes regulares e como essa pessoa interage com os demais.
. A autora mostra que a escolha do tema foi de cunho pessoal, pois tem uma irmã com Síndrome de Down, que era tratada de forma “pejorativa” pelos que a rodeavam como “tola”, “mongolóide”. Uso a palavra pejorativa, pois esses termos foram (e hoje os que não têm conhecimento sobre o assunto ainda faz uso) para se referir as pessoas com Síndrome de Down. Justifica também dizendo que mesmo sabendo escrever e ler sua irmã sofria rejeição por parte das escolas regulares.
.A pesquisa configurou-se num olhar problematizante buscando analisar os benefícios da inclusão de uma criança com Síndrome de Down nas classes regulares para o processo educacional

A eclosão da proposta presente da dimensão lacunar foi em analisar quais os benefícios que a inclusão traz para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças com Síndrome de Down.


Questão 2
Especifique quais as possíveis modificações, efeitos e transformações pragmáticas (fatuais), cognitivas (mental ou percepções) e doênticas (dever ser) desejadas inicialmente e articule as mesmas, justificando as suas opções metodológicas e os procedimentos propostos.

A monografia analisada foi dividida em cinco capítulos que faz a introdução do tema; aborda descritivamente a Síndrome de Down; mostra o que assegura as leis para as pessoas com deficiência; apresenta relato de uma experiência de inclusão e as considerações finais.
A mesma apresenta pontos importantes que possibilita analisar de forma coerente o processo de inclusão durante o longo dos anos, porém modificaria na monografia pesquisada o fato da autora dedicar um único capítulo para falar da experiência vivenciada (que ao meu ponto de vista foi curto para falar de algo tão importante como inclusão), que foi analisada superficialmente e em um único estudo de caso.
É preciso pensar na inclusão das pessoas com síndrome de Down (cito apenas essa deficiência devido ser o foto da monografia) nas classes regulares não apenas em colocá-las nas salas com crianças “normais”, mas em pensar em projetos que propicie o aprendizado desses indivíduos, para que possam ser inseridos com dignidade na sociedade como um todo.


Questão 3
Indique formas possíveis de identificar o que poderá ser atingido e assim o que poderá saber o que poderemos ter alcançado pragmaticamente, cognitivamente ou doenticamente e qual o momento de dar um término de nossa monografia.

A experiência relatada pela autora, em minha opinião, foi muito curta, pois falar de algo que envolve o rompimento de barreiras é bastante delicado, principalmente em se tratar a Síndrome de Down devido essa deficiência acarretar deficiência intelectual.
O momento ideal de dá término a monografia seria com a resposta mais detalhada da pergunta: “Quais os benefícios que a inclusão traz para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças com Síndrome de Down?” Ressalto que a autora respondeu a pergunta sim, mas não houve maior interação no que se refere à aprendizagem das crianças com síndrome de Down. Deduzo que talvez a autora não tenha conseguido enfatizar mais essa questão, por falta de oportunidade (abertura de algumas escolas que fecharam as portas para a pesquisadora) para realização de seu trabalho.


Questão 4
Resuma brevemente qual é a sua tese, hipótese, mesmo de forma provisória e defenda a sua proposta como inédita, inovadora, original, importante.

Durante muito tempo pessoas com algum tipo de deficiência era excluída da sociedade de forma absurda, basta ver no filme “O corcunda de Notre Dame” que vemos como essas pessoas eram segregadas.
Muitos movimentos foram surgindo como o passar do tempo com o intuito de colocar essas pessoas (que eram consideradas como aberração, maldição) na sociedade. Com isso, surgiu o movimento de integração e hoje a sociedade movimenta-se no processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais, não apenas nas escolas, mas também no mercado de trabalho.

Interesso-me pelo assunto ligado a deficiência, em especial a Síndrome de Down, por ter um primo com essa síndrome (por isso me identifiquei bastante com a monografia pesquisada). Porém pretendo analisar mais a aquisição da escrita e da leitura das pessoas com Síndrome de Down, devido a observar que se fala muito em inclusão desse grupo, mas pouco se fala realmente em trabalhar precisamente a leitura e escrita para que esses sejam incluídos no mercado de trabalho (o que pouco vejo na realidade). Pretendo realizar pesquisa empírica, que possibilite uma analise mais aprofundada do assunto em questão.
Sendo assim, o título da minha monografia será: A aquisição da leitura e da escrita das pessoas com Síndrome de Down no processo de inclusão social. Considero tal pesquisa no campo da graduação importante, pois se fala muito de inclusão, mas pouco ressalta a importância de aprender a ler e escrever para os deficientes intelectuais no processo de inclusão justa e igualitária.